Sobre mim

Nasci em 1981, no Rio de Janeiro. Sou também portuguesa. Morei algumas vezes em Barcelona. Escolhi Portugal como “casa”. Me reconheço, me estimulo e me aquieto na riqueza da diversidade humana.

Sou formada em Psicologia pela UERJ, fiz o primeiro ano de um mestrado em Bioética em Barcelona, mas em 2010 decidi investir em uma nova carreira: a fotografia e o audiovisual, mais concretamente o documentário. Minha paixão sempre foi o ser humano “comum” e suas histórias, mas na Psicologia há uma demanda urgente por respostas e eu sempre tive mais perguntas, curiosidades, questionamentos.

Meus projetos estão relacionados aos temas migração e refúgio, feminismo, educação e arte urbana.

Além da minha formação em audiovisual, busco nas Ciências Sociais diálogos e reflexões para a minha prática. Em 2017 fiz um curso de Etnografia Urbana e em 2018 o curso Cultura, Território e Inovação, ambos na Universidade do Porto.

Em 2011 participei da oficina de vídeo do Festival Internacional de Cinema de Arquivo (REcine).

Em 2012, fui cocriadora do projeto Cine Social, que tem por objetivo utilizar o cinema como ferramenta de transformação social nas escolas públicas, através da realização de oficinas de documentário. Nosso projeto foi selecionado no Edital de Intercâmbio do Ministério da Cultura do Brasil (na categoria em que concorremos apenas dois projetos foram selecionados em todo país) e recebemos uma bolsa para passar três meses em Barcelona fazendo um curso de cinema e uma pesquisa sobre cinema e educação.

Paralelamente aos meus projetos autorais, desde 2012 trabalho como editora, câmera, pesquisadora e assistente de direção para diversos programas de TV no Brasil e documentários, como: Quebra-Cabeça (GNT), Espelho (Canal Brasil, direção Lázaro Ramos), Boas Vindas (GNT), Brasil Místico (+Globosat, direção Silvio Tendler), Almanaque Musical com Marisa Orth (Canal Brasil), entre outros. Fui assistente de direção, pesquisadora e montadora do documentário Parir é Natural, sobre a banalização da cesariana no Brasil (dirigido por Silvio Tender).

Em 2013 desenvolvi uma oficina de fotografia (Olhar sem fronteiras) com um grupo de refugiados de diversas nacionalidades no Rio de Janeiro, em parceria com a ONG Cáritas e com o ACNUR.

Em 2016 fui novamente contemplada no Edital de Intercâmbio do Ministério da Cultura do Brasil (desta vez na categoria individual) e fiz um curso de Documentário Interativo em Barcelona.

Em 2017, meu projeto Identidades do Porto foi selecionado no programa municipal de Arte Urbana do Porto (Portugal) para compor o Mural Coletivo da Restauração durante 1 ano.

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